domingo, 5 de abril de 2009

03 / 04 / 2009 Gás do efeito estufa bombeado para o subsolo pode ir parar na água
Parecia um plano simples e eficaz contra o aquecimento global. Em fábricas, usinas e outros locais onde há muita produção de gás carbônico, principal causador do problema, seria ótimo capturar a substância na fonte e bombeá-la para o subsolo, onde ficaria presa debaixo das rochas. Uma equipe internacional de pesquisadores, porém, está revelando a complexidade oculta nessa equação. Na verdade, pelo menos 80% do gás tende a se dissolver na água subterrânea. Em tese, portanto, poderia voltar à superfície, o que atrapalharia os esforços de captura debaixo da terra.Os dados estão na edição desta semana da revista científica britânica "Nature", uma das maiores do mundo. A equipe liderada por Stuart Gilfillan, da Universidade de Manchester e do Centro Escocês de Estocagem de Carbono, estudou regiões do planeta nas quais o gás carbônico (ou dióxido de carbono, como também é conhecido) fica naturalmente guardado sob camadas de rocha.O motivo disso é simples: como as iniciativas de estocagem de carbono para combater o aquecimento global são poucas e muito recentes, ninguém ainda teve tempo de medir o que acontece com o gás conforme os anos passam. A dúvida envolve justamente o destino da substância. O ideal é que ela se combine com os minerais, formando rochas conhecidas como carbonatos. Dessa maneira, a chance de um retorno do gás-estufa à atmosfera seria quase inexistente. "Nós já realizamos testes do processo em escala de laboratório e sempre buscamos o sequestro na fase sólida, porque realmente seria o ideal", explica a engenheira química Regina de Fátima Muniz Moreira, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que comentou o estudo a pedido do G1. "Na forma mineralizada, insolúvel, o potencial de sequestro de gás carbônico seria muito maior", diz ela.Os depósitos naturais de dióxido de carbono permitem estimar o que acontece com o gás em grandes escalas de tempo, durante milhares ou até milhões de anos. Dois processos geoquímicos são a chave para entender isso. O primeiro é a proporção de hélio, um dos gases nobres (assim chamados por causa de sua resistência a se misturar com outras substâncias). Nas camadas geológicas em questão, é comum que o hélio e o gás carbônico derivem da atividade do magma, a camada derretida abaixo da crosta terrestre. E a proporção "normal" dos gases é conhecida. Se houver proporcionalmente mais hélio do que dióxido de carbono do que esse valor normal, é indício de que o gás carbônico está sendo sugado para algum lugar. E que lugar seria esse? Entra em cena a segunda técnica, que envolve dois tipos diferentes do elemento carbono, o carbono-12 (considerado "normal") e o carbono-13, mais "pesado". Quando o gás carbônico vai para as rochas e forma o famigerado carbonato, há uma preferência, na reação química, pelo carbono-13, que some do depósito gasoso mais rápido. Quanto o dióxido de carbono se dissolve na água, essa tendência é menos acentuada. Fazendo as contas, os pesquisadores perceberam que no máximo 18% do gás acaba ajudando a formar carbonatos -- o resto vai mesmo parar n'água. O resultado é uma espécie de "água com gás". Fica a pergunta: será que essa água pode borbulhar e perder o gás de novo para o ar aqui em cima?Perigo? - Para os autores do estudo, há razão para ficar cautelosamente otimista com o resultado. Segundo Stuart Gilfillan, o fato de os depósitos naturais serem antigos mostra que é difícil que o gás consiga escapar para a superfície com facilidade. "Nosso estudo mostra claramente que o dióxido de carbono está armazenado de forma natural e segura na água subterrânea", disse ele em comunicado oficial. Regina Moreira, da UFSC, concorda. "Esse trabalho é bem interessante por mostrar quanto tempo o gás carbônico pode ficar nos depósitos. Risco de vazamaneto sempre há, por aumento de temperatura ou outros processos, embora o risco realmente seja menor no caso dos depósitos mineralizados", diz ela. A pesquisadora chama a atenção para outro detalhe importante: diante dos dados atuais, o sequestro de carbono fica limitado por quanto gás a água subterrânea consegue absorver. "Isso mostra que não adianta bombear gás carbônico além de determinada quantidade, porque ele não será absorvido", avalia ela.Já Werner Aeschbach-Hertig, pesquisador da Universidade de Heidelberg (Alemanha) que comentou o estudo para a "Nature", diz que a pesquisa não prova que o sequestro de carbono no subsolo é inseguro, mas indica que é preciso entender o processo em mais detalhe para saber se vale mesmo a pena enfiar o gás nas profundezas. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ G1)

sábado, 28 de março de 2009

Minerals in Bottled Water

Written by Michael Mascha
Monday, 12 September 2005 15:00
Compared with wine, differences in taste among waters are quite subtle. But they are nevertheless discernible. Local geological strata impart water with different minerals, giving every single-source water a unique set of characteristics. This section describes the most common minerals found in bottled water as well as the benefits these minerals can provide.
MAGNESIUM (Mg++)Almost all human cells contain some level of magnesium, and adults need three to four hundred milligrams of magnesium every day. Magnesium is important for the regulation of muscle contractions and the transmission of nerve impulses, and it activates energyproducing enzymes. Bone structure also relies on magnesium, and the element expands blood vessels, which lessens the risk of heart attack. Nervousness, lack of concentration, dizziness, and headaches or migraines may result from magnesium deficiency. Most bottled waters have below 20 mg/l of magnesium, though Donat Mg is an extremely high example with 1,000 mg/l.
CALCIUM (Ca++)Adults need about eight hundred milligrams of calcium per day; babies don’t require as much, but fifteen- to nineteen-year-olds need significantly more. The many benefits of calcium include stabilizing bone structure, teeth, and cell membranes; ensuring nerve and muscle impulses are properly transmitted; and helping prevent blood clots. Bones decalcify (osteoporosis) and fractures become more likely if a body is not getting enough calcium. Bottled water usually has less than 100 mg/l of calcium, but a few examples (such as Contrex and Sanfaustino) have about 500 mg/l.
POTASSIUM (K+)Two to four grams are usually a sufficient day’s supply of potassium. Children and young people should pay particular attention to their intake, since potassium aids the growth of cells. The pressure of water between cells is regulated by potassium, which also makes sure each cell gets enough food. Potassium has special roles to play in muscle contraction and heartbeat. Potassium deficiency can weaken skeletal muscles and make smooth muscles tired. Typical potassium content in bottled water is less than 5 mg/l, but some (such as Ferrarelle and Malavella) can have as much as 50 mg/l.
SODIUM (Na+)A person’s level of exertion largely determines his or her daily requirement of sodium. Normally about three grams are necessary, but severe physical stress can bring the requirement up to fifteen grams or more. The heart’s metabolism is affected by sodium, as is the regular contraction of the heart. Today, we rarely have to worry about sodium deficiency: Salt is an integral part of many foods, especially those that are highly processed. Sodium ranges from 10 mg/l in most bottled waters to 1,200 mg/l in a few, such as Vichy Catalan and Vichy Célestins.
SULFATES (SO4)Sulfates are the salts of sulfur. They help the liver detoxify the body and aid digestion by stimulating the gall bladder. Sulfates in high doses act as a laxative. Fish, meat, and milk contain sulfates, which are an important component of protein. The human body absorbs only small amounts of sulfates, but these amounts are sufficient to stimulate peristalsis by binding magnesium and sodium to water in the intestine. This effect makes mineral waters rich in sulfates, which taste slightly bitter, suitable as “nonalcoholic bitters” after a meal. Most bottled waters have well below 100 mg/l of sulfates, but San Pellegrino and a few others can reach 500 mg/l.
BICARBONATE (HCO3)Present in all biological fluids, bicarbonate is essential for maintaining our bodies’ pH balance. The substance is also found in stomach secretions. Lactic acid generated by physical activity is neutralized by bicarbonate dissolved in water; a similar process raises the pH of some acidic foods. The typical range for bicarbonate in bottled water is 50 to 200 mg/l, but it can reach up to about 1,800 mg/l in waters such as Apollinaris, Gerolsteiner, and Borsec.
SILICA (SiO2)Most adults need between twenty and thirty milligrams of silica daily. Silica reduces the risk of heart disease and may prevent osteoporosis; it also helps repair tissue by serving as an antioxidant. Hair and nails are strengthened by silica. If bottled waters contain any silica, it’s usually less than 20mg/l; the higher levels in waters such as Fiji and Antipodes are well below 100 mg/l.
TRACE ELEMENTS The human body needs iron, iodine, copper, fluoride, zinc, and other trace elements as well as minerals. The recommended daily intake is fractions of a milligram for some substances and a few milligrams for others.

sábado, 14 de março de 2009

Tabela de consumo de água

Local Litros Parâmetro
Alojamentos Provisórios 80 Por pessoa/dia
Ambulatórios 25 Por pessoa
Apartamentos 200 Por pessoa/dia
Casas Populares ou Rurais 120 Por pessoa/dia
Cavalariças 100 Por cavalo/semana
Cinemas e Teatros 2 Por pessoa/dia
Creches 50 Por pessoa/dia
Edifícios Públicos ou Comerciais 50 Por pessoa/semana
Escolas - Externato 50 Por pessoa/dia
Escolas - Internatos 150 Por pessoa/dia
Escolas - Semi Internatos 100 Por pessoa/dia
Escritórios 50 Por pessoa/semana
Fábricas em Geral - (Uso Pessoal) 70 Por operário/dia
Garagens 50 Por automóvel/dia
Hospitais 250 Por leito/dia
Hotéis(s/cozinha e s/ lavanderia) 120 Por hóspede/dia
Jardins 1.5 Por metro quadrado de área
Lavanderias 30 Por kilo de roupa seca
Matadouros - Animais de Grande Porte 300 Por cabeça abatida
Matadouros - Animais de Pequeno Porte 150 Por cabeça abatida
Mercados 5 Por metro quadrado de área
Oficinas de Costura 50 Por pessoa/dia
Orfanatos, Asilos, Berçários 150 Por pessoa/dia
Postos de Serviço para Automóveis 150 Por veículo/dia
Quartéis 150 Por pessoa/dia
Residências 150 Por pessoa/dia
Restaurantes e Similares 25 Por refeição servida
Templos 2 Por lugar/dia

Cuidados Água Mineral

1. Á Água Mineral nunca deve estar exposta a luz solar direta ou a lugares com muita claridade.
2. Não deve também estar perto de lugares muito quentes (ex.: fornos, fogões, etc.).
3. Deixar o galão perto de produtos químicos ou que contenham cheiro muito forte pode comprometer a qualidade e o gosto da água.
4. Ao receber o galão verifique a data de envase e o vencimento da Água Mineral, e também se o mesmo não esteja violado.
5. Quando for colocar o galão para consumo retire todo o lacre dele e também a tampa, deixar esses componentes no garrafão pode alterar a qualidade da Água Mineral e até a contaminação da mesma, isso é recomendado por todas as empresas.
6. Se o senhor (a) tem outro galão de contra mão, para não ficar sem Água Mineral em horas indesejadas, saiba aonde colocar ele, não deixe em contato com o chão diretamente, não deixe perto de produtos químicos ou que tenham cheiro forte, deixe ao abrigo da luz solar, tudo isso para garantir a qualidade.
7. Na limpeza do garrafão utilize álcool sem cheiro e em pouca quantidade, se exagerou na quantidade passe um pano limpo molhado para tirar o excesso do álcool. Se usar algum tipo de detergente para lavar o galão use neutro, para não comprometer a qualidade e o gosto da Água Mineral.
Todas essas medidas garantem a qualidade da Água Mineral que os senhores (as) consomem, por tanto sigam a risca esses cuidados para evitar um mau consumo da Água Mineral, ou mesmo achar que o produto não é de qualidade.
ImportanteJá ocorreu um caso do cliente ligar e falar que a Água Mineral estava com gosto de água de coco, isso é simples de se explicar, a pessoa usou um detergente de coco para lavar o galão e não o enxaguou direito, e teve a sua água mineral comprometida com o gosto alterado, portanto seja inteligente e cuidadoso com água, para não comprometer a sua qualidade e nem o seu gosto.

PH e Minerais

PH
Entenda um pouco mais sobre PH (Potencial de Hidrogênio).
- Ph menor que 7 = ácida- Ph igual a 7 = neutra- Ph maior que 7 = alcalina
Minerais x O Bem Que Fazem
Magnésio: Atua na formação dos tecidos, ossos e dentes, ajuda a metabolizar os carboidratos, controla a excitabilidade neuromuscular;
Sódio: Impede o endurecimento do cálcio e do manganês, o que pode formar cálculos de biliares, previne a coagulação sanguínea;
Cálcio: Atua na formação de tecidos, ossos e dentes, age na coagulação do sangue e na transmissão normal de impulsos sanguíneos;
Potássio: Atua associado ao sódio, regularizando as batidas do coração e o sistema muscular, contribui para formação das células;
Flúor: Forma ossos e dentes, ajuda a prevenir a dilatação das veias, cálculo da vesícula e paralisia;
Bicarbonato: Especial para tratar problemas Gastrointestinais, Hepatites e Úlceras
Fluoreto: Colaboram para a saúde dos dentes e o crescimento. Previne a anemia e reduz a possibilidade de osteoporose.
Sulfato: Ajuda a eliminar dejetos tóxicos do organismo. Contribui na diluição de cálculos renais. Tem efeito preventivo contra a cristalização de ácido úrico.
Cloreto: Contribui para o bom funcionamento do intestino.
Bário: O bário é um estimulante muscular quando presente em baixíssima quantidade.
Nitrato: Usado em tratamentos de insuficiência cardíaca aguda ou crônica, para disfunção erétil, e tratamento de angina.
DIA MUNDIAL DA ÁGUA
Declaração Universal dos Direitos da Água( ONU em 22 de março de 1992)Para sensibilizar as= pessoas sobre a importância da água e de sua economia, o Museu de Ciências da Universidade de São Paulo (USP) criou a exposição itinerante “Água – uma viagem no mundo do conhecimento”. A mostra reúne o conhecimento de vários pesquisadores da USP, como forma de mostrar o que se sabe atualmente sobre esse assunto, e é orientada por monitores. O Museu de Ciências tem apoio da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na exposição. Ela vai passar por várias unidades da USP. Saiu de São Paulo, da Casa da Dona Mãe Yayá, e agora se encontra em São Carlos. Quem quiser saber mais sobre o projeto, basta acessar o site do Museu de Ciências.Faça sua parte, não só no dia 22, mas todos os dias, cuidando muito bem desse recurso natural para manter nosso planeta vivo por muitos anos! Diego Pires de Azevedo Gonçalves (diego_moicano@yahoo.com.br)Universidade de São Paulo / campus de São Carlos 22/03/2006
DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA
Dia Internacional da Água alerta para gestão das fontes. Brasil tem 12% da oferta de água doce do mundo concentrada em seu território. Em 22 de março o mundo comemora o Dia Internacional da Água, e neste ano o tema é Lidando com a escassez de água. Em um país com abundante oferta de recursos hídricos como o Brasil, o debate poderia parecer desnecessário. Mas problemas na gestão das fontes hídricas impedem que o país tenha mais motivos para comemorar.De acordo com o relatório Disponibilidade e Demandas de Recursos Hídricos no Brasil, divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA), apenas considerando a vazão média anual dos rios em seu território (de 179 mil m3/s), o país possui cerca de 12% da disponibilidade de água doce do mundo. Se acrescentarmos a contribuição de vazões em território estrangeiro, esse número sobe para 267 mil m3/s, 18% da disponibilidade mundial.Estes dados poderiam indicar um quadro animador, mas a distribuição da água já é o primeiro obstáculo, segundo alerta o biólogo Marcelo Pires da Costa, especialista em recursos hídricos da Superintendência de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA. Apenas a região hidrográfica Amazônica detém 73,6% dos recursos hídricos superficiais, quase três vezes a soma da vazão das demais regiões.Sem distribuição uniforme ao longo do território, o fundamental, diz Costa, seria uma gestão correta da água. Neste quesito, mais problemas, alerta o especialista: apenas 54% do esgoto no país é coletado, dos quais somente 18% é tratado. O índice é baixo, uma vez que, ensina Costa, toda a água pode voltar a ser potável – a um custo elevado, alerta o pesquisador. Segundo ele, a falta de tratamento é ainda mais preocupante em regiões metropolitanas, sobretudo naquelas situadas em cabeceira de rios.Questão de qualidadeDe acordo com o Panorama da Qualidade das Águas Superficiais no Brasil, divulgado pela ANA, apenas 5% das águas superficiais no país apresentam ótima qualidade. As condições ruim e péssima somam juntas 10% das águas nacionais.Quanto à poluição das águas pela atividade agrícola, como no caso dos agrotóxicos, Costa lamenta que existam poucos dados. Ele afirma que há carência tanto no número de pontos de monitoramento da água no país quando no de índices a serem considerados.Década Brasileira da ÁguaDe 2005 a 2015, o Brasil comemora a Década Brasileira da Água. Até agora, Costa não tem dúvidas em destacar que a principal conquista foi a implementação do Plano Nacional de Recursos Hídricos. Esse plano estabelece as metas para os próximos 20 anos, dentre as quais estão o melhoramento dos órgãos gestores estaduais. O projeto também sugere onde os comitês de bacia (que permitem a gestão participativa da água) devem ser criados.Outro instrumento importante, a Lei das Águas (que em 2007 comemora 10 anos), estabelece a política nacional de recursos hídricos, que define os planos de bacia, a outorga (permissão para o uso da água), a cobrança e o enquadramento dos corpos d’água. Além disso, a Ana está construindo um Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos (SNIRH). Costa sublinha que todas essas datas – Dia Internacional da Água, Década Brasileira da Água – têm, sobretudo, a função de conscientizar a população. Para ele, a chave está na educação ambiental.fonte:André Crespani andre.crespani@rbsonline.com.br