sábado, 21 de novembro de 2009

Agua Mineral Puyehue

Agua Mineral Puyehue marca tendencia con nueva imagen
Publicado Agosto 25, 2009 Uncategorized Deja un Comentario

Siempre preocupada tanto de la calidad como del diseño, Agua Mineral Puyehue relanza una nueva imagen sofisticada, moderna y transparente, que define lo que este producto actualmente es: 100% pura y con origen. Además, el nuevo formato tiene relación con el diseño de las aguas Premium a nivel mundial, con un etiquetado minimalista y colores neutros como el plateado y la transparencia. Para mayor información: afuentes@grandcru.cl

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

EcoLife

Como utilizar?

Algumas maneiras de aplicar o conceito aos produtos.

Recuperação de material: os materiais utilizados devem estar o mais próximo possível de seu estado natural para que sejam facilmente recuperados. Materiais compostos são de difícil recuperação e reciclagem, pois muitas vezes não é possível a separação dos componentes originais.

Projetos voltados à simplicidade: produtos de formas simples – sem descuidar do fator estético – geralmente têm custo de produção menor, pois utilizam menos material e permitem maior facilidade de montagem e desmontagem.

Redução de matérias-primas na fonte: visa reduzir o consumo de materiais ao longo do ciclo de vida do produto – uma das alternativas mais desejáveis em termos de redução do impacto ambiental, uma vez que reduzindo o consumo de matérias-primas reduz-se também a quantidade de resíduos gerados.

Recuperação e reutilização de resíduos: durante todo o ciclo de vida de um produto são produzidos diversos tipos de resíduos. O descarte após a vida útil é apenas uma fração destes resíduos, que se encontram também durante a fabricação e o uso. É importante a adoção de tecnologias que recuperem os resíduos, aproveitando o máximo da matéria-prima, obtendo ganhos econômicos e ambientais. No entanto, é importante lembrar que se é mais ecoeficiente à medida que uma menor quantidade de resíduo é gerada.

Uso de formas de energia renováveis: um dos pressupostos do desenvolvimento sustentável é a utilização de formas de energia que utilizem recursos renováveis, como a solar, a eólica e a hidroelétrica, substituindo as que utilizam recursos não renováveis em curto prazo, como os combustíveis fósseis. Por recursos renováveis entende-se como aqueles cuja taxa de renovação é suficiente para compensar sua utilização. Deve-se analisar o ciclo de vida dos equipamentos que utilizam energias renováveis para se determinar a viabilidade, tanto ambiental quanto econômica, destes equipamentos. Pode ocorrer que para a fabricação de um coletor solar, por exemplo, seja consumida uma grande quantidade de recursos não renováveis e seja gerada uma grande quantidade de resíduo perigoso.

Uso de materiais renováveis: pode-se optar por utilizar materiais renováveis como substitutos de materiais não renováveis. Como exemplo podem ser citadas as tintas de origem vegetal substituindo as químicas, e as madeiras de reflorestamento.

Produtos com maior durabilidade: a extensão da vida útil de um produto contribui significativamente para a ecoeficiência, pois fica claro que um produto durável evita a necessidade de fabricação de um substituto.

Recuperação de embalagens: a aplicação desta prática prevê que as embalagens possam ser reaproveitadas, seja na reutilização ou na reciclagem. A utilização de produtos com refil é um bom exemplo de reutilização de embalagens. Para tanto, é importante que os fabricantes assumam a responsabilidade pelas suas embalagens e desenvolvam sistemas de recolhimento que facilitem a reutilização ou a reciclagem.

Utilização de substâncias a base de água: substituição de produtos (principalmente solventes e tintas) a base de petróleo por produtos a base de água.

Facilidade de montagem e desmontagem: móveis que podem ser montados e desmontados facilitam o transporte e a reciclagem ou reuso, além de reduzir os custos com transporte.

Baixo consumo: produtos que consomem menos energia também são ecoeficientes.



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Ecodesign

O desafio do século XXI é evitar ou minimizar os impactos adversos de todos os produtos no meio ambiente. Como qualquer desafio, este constitui tanto uma demanda quanto uma oportunidade.

Conceito

Entende-se por ecodesign todo o processo que contempla os aspectos ambientais em todos os estágios de desenvolvimento de um produto, colaborando para reduzir o impacto ambiental durante seu ciclo de vida. Isto significa reduzir a geração de lixo e economizar custos de disposição final.
A definição de ecodesign proposta por Fiksel (Fiksel, Joseph – Design for environment: creating eco-efficient products and processes – 1996) diz que o projeto para o meio ambiente é a consideração sistemática do desempenho do projeto, com respeito aos objetivos ambientais, de saúde e segurança, ao longo de todo ciclo de vida de um produto ou processo, tornando-os ecoeficientes.
O conceito de ecoeficiência, por sua vez, sugere uma importante ligação entre eficiência dos recursos (que leva à produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Assim, a ecoeficiência tem também um sentido de melhoria econômica das empresas, pois eliminando resíduos e usando os recursos de forma mais coerente, empresas ecoeficientes podem reduzir custos e tornarem-se mais competitivas, obtendo vantagens em novos mercados e aumentando sua participação nos mercados existentes por conta de padrões de desempenho ambiental que se tornam cada vez mais comuns, principalmente em mercados europeus.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

FineWaters Minerality

Written by m2
Sunday, 02 October 2005 23:00
Minerality
Mineral Water’s subtle taste and terroir are determined by the minerals it contains. The amount of minerals dissolved in water is indicated as total dissolved solids, measured in milligrams per liter (mg/l) or parts per million (ppm), which are equal.

TDS - Total Dissolved Solids in Bottled Water
A water’s TDS is normally made magup mainly of carbonates, bicarbonates, chlorides, sulfates, phosphates, nitrates, calcium, magnesium, sodium, potassium, iron, manganese, and a few other minerals. Gases, colloids, or sediment is not included in the TDS measurement.After mouthfeel, TDS is the second most important factor in matching water with food. The higher the mineral content, the more distinct a water’s taste can be.

Think of low TDS waters as comparable to white wines, with a clean, neutral taste and less weight; high TDS waters are more like red wines, with a heavier, more substantial feel. Very high TDS waters feel distinctly heavy and may have an aftertaste, much like a big, bold red wine. Most mineral water you drink, though, probably has a medium TDS measurement and is more like a heavy white or a light red wine.


Super Low 0 - 50mg/l
Low 50- 250 mg/l
Medium 250- 800mg/l
High 800 - 1.500mg/l
Very High 1.500mg/l & over


Regulations regarding TDS vary throughout the world. In the United States, bottled water must contain at least 250 mg/l TDS to be labeled as mineral water. TDS above 500 mg/l qualifies a water as -low mineral content- more than 1,500 mg/l allows a - high mineral content - label.

EcoLife

EcoLife é a agua mineral produzida pela natureza e seu envase é rigorosamente controlado de maneira sustentavel ocasionando o minimo impacto no meio ambiente.
Através da sustentabilidade e praticas comerciais justas, Ecolife tem mais de 360.000m2 de reservas protegidas, preservando a fauna e flora de suas matas nativas corroborando para manutenção de sua qualidade impar.

FineWaters Virginality

Written by Michael Mascha

Monday, 06 September 2004 21:00

Virginality indicates how protected a water is from its surroundings. It is determined by the water’s level of nitrate, an inorganic compound made up of one nitrogen atom and three oxygen atoms. Nitrate is easily carried through soil by water.
The substance can leach into the ground below the root zone through heavy rainfall or irrigation, and it may subsequently find its way into groundwater. In its natural state, water has less than 1 mg/l of nitrate; higher levels typically reveal a compromised water. This contamination may come from fertilizer, animal waste products, decaying plant matter, septic tanks, or sewage treatment systems. Only testing can determine nitrate levels in water, as nitrate has no taste, odor, or color.

The ability of blood to carry oxygen throughout the body may be impaired by very high nitrate contamination in drinking water; this may case methemoglobinemia (also known as blue baby syndrome). Cancer, disruption of thyroid function, birth defects, and miscarriages are other health risks posed by high levels of nitrate.

The World Health Organization recommends that exposure to nitrate should not exceed 50 mg/l for short periods. In the United States, drinking water may not contain more than 10 mg/l of nitrate, a level determined by a study in 1951 of infants suffering from blue baby syndrome. I use the following system of icons to describe the Virginality of bottled water:


Superior 0 - 1mg/l
Very Good 1 - 4mg/l
Good 4 - 7mg/l
Acceptable 7 - 10 mg/l
Potable 10 -50 mg/l


Distillation, reverse osmosis, and ion exchange can each remove nitrate from water; several manufacturers offer equipment to apply these techniques to home drinking water. Nitrate is not removed by standard water softeners or filters, including carbon adsorption filters, and boiling water actually increases the concentration of nitrate.

domingo, 5 de abril de 2009

03 / 04 / 2009 Gás do efeito estufa bombeado para o subsolo pode ir parar na água
Parecia um plano simples e eficaz contra o aquecimento global. Em fábricas, usinas e outros locais onde há muita produção de gás carbônico, principal causador do problema, seria ótimo capturar a substância na fonte e bombeá-la para o subsolo, onde ficaria presa debaixo das rochas. Uma equipe internacional de pesquisadores, porém, está revelando a complexidade oculta nessa equação. Na verdade, pelo menos 80% do gás tende a se dissolver na água subterrânea. Em tese, portanto, poderia voltar à superfície, o que atrapalharia os esforços de captura debaixo da terra.Os dados estão na edição desta semana da revista científica britânica "Nature", uma das maiores do mundo. A equipe liderada por Stuart Gilfillan, da Universidade de Manchester e do Centro Escocês de Estocagem de Carbono, estudou regiões do planeta nas quais o gás carbônico (ou dióxido de carbono, como também é conhecido) fica naturalmente guardado sob camadas de rocha.O motivo disso é simples: como as iniciativas de estocagem de carbono para combater o aquecimento global são poucas e muito recentes, ninguém ainda teve tempo de medir o que acontece com o gás conforme os anos passam. A dúvida envolve justamente o destino da substância. O ideal é que ela se combine com os minerais, formando rochas conhecidas como carbonatos. Dessa maneira, a chance de um retorno do gás-estufa à atmosfera seria quase inexistente. "Nós já realizamos testes do processo em escala de laboratório e sempre buscamos o sequestro na fase sólida, porque realmente seria o ideal", explica a engenheira química Regina de Fátima Muniz Moreira, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que comentou o estudo a pedido do G1. "Na forma mineralizada, insolúvel, o potencial de sequestro de gás carbônico seria muito maior", diz ela.Os depósitos naturais de dióxido de carbono permitem estimar o que acontece com o gás em grandes escalas de tempo, durante milhares ou até milhões de anos. Dois processos geoquímicos são a chave para entender isso. O primeiro é a proporção de hélio, um dos gases nobres (assim chamados por causa de sua resistência a se misturar com outras substâncias). Nas camadas geológicas em questão, é comum que o hélio e o gás carbônico derivem da atividade do magma, a camada derretida abaixo da crosta terrestre. E a proporção "normal" dos gases é conhecida. Se houver proporcionalmente mais hélio do que dióxido de carbono do que esse valor normal, é indício de que o gás carbônico está sendo sugado para algum lugar. E que lugar seria esse? Entra em cena a segunda técnica, que envolve dois tipos diferentes do elemento carbono, o carbono-12 (considerado "normal") e o carbono-13, mais "pesado". Quando o gás carbônico vai para as rochas e forma o famigerado carbonato, há uma preferência, na reação química, pelo carbono-13, que some do depósito gasoso mais rápido. Quanto o dióxido de carbono se dissolve na água, essa tendência é menos acentuada. Fazendo as contas, os pesquisadores perceberam que no máximo 18% do gás acaba ajudando a formar carbonatos -- o resto vai mesmo parar n'água. O resultado é uma espécie de "água com gás". Fica a pergunta: será que essa água pode borbulhar e perder o gás de novo para o ar aqui em cima?Perigo? - Para os autores do estudo, há razão para ficar cautelosamente otimista com o resultado. Segundo Stuart Gilfillan, o fato de os depósitos naturais serem antigos mostra que é difícil que o gás consiga escapar para a superfície com facilidade. "Nosso estudo mostra claramente que o dióxido de carbono está armazenado de forma natural e segura na água subterrânea", disse ele em comunicado oficial. Regina Moreira, da UFSC, concorda. "Esse trabalho é bem interessante por mostrar quanto tempo o gás carbônico pode ficar nos depósitos. Risco de vazamaneto sempre há, por aumento de temperatura ou outros processos, embora o risco realmente seja menor no caso dos depósitos mineralizados", diz ela. A pesquisadora chama a atenção para outro detalhe importante: diante dos dados atuais, o sequestro de carbono fica limitado por quanto gás a água subterrânea consegue absorver. "Isso mostra que não adianta bombear gás carbônico além de determinada quantidade, porque ele não será absorvido", avalia ela.Já Werner Aeschbach-Hertig, pesquisador da Universidade de Heidelberg (Alemanha) que comentou o estudo para a "Nature", diz que a pesquisa não prova que o sequestro de carbono no subsolo é inseguro, mas indica que é preciso entender o processo em mais detalhe para saber se vale mesmo a pena enfiar o gás nas profundezas. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ G1)